domingo, 18 de março de 2012


 

 

Desertor

 

Oh, príncipe, por que tu desertaste?
Não sabes, me fizeste grande mal
Abandonando a rainha que amaste
Causaste dor profunda e fatal

Aquele puro coração tu lanceaste
Tão fundo qual um bruto fariseu
Mas sou forte, traidor, não me mataste
Ébrio louco, tua rainha não morreu!

Ela das cinzas retornou, Fênix rara
Brilhando como raios de luar
O coração dos Encantados nunca para
Nunca morre, nunca deixa de amar!

 

Pra você, Eduardo, um falso príncipe encantado...

 

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